Por Cristiane MoraisSabemos que a Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é uma celebração religiosa comemorada pelos critãos. Para os judeus está celebração se dá pela libertação do seu povo escravizado no Egito.
Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos.
Para os cristãos Jesus Cristo é o cordeiro imolado por seus pecados, que deu sua própria vida na Cruz do calvário para que todos aqueles que n’Ele crê não pereça mas tenha a vida eterna. (Bíblia, João 3:16)
O mercado utiliza desse marco Histórico para aumentar suas vendas, é difícil vermos pessoas pensando no verdadeiro significado da Páscoa, em qualquer lugar que passamos observamos que o mito tomou conta, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. Mas porque a Páscoa perdeu seu verdadeiro significado?
Eostre ou Ostera é conhecida como deusa da fertilidade do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Quando chegava a primavera ovos e lebres eram pintados. Sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro olhando pelas entranhas de uma lebre morta, sacrifício oferecido a deusa. É claro que após algum tempo houve a substituição da lebre para o coelhinho, pois é mais aceitável e meigo.
Hoje conhecemos uma liturgia comercial, onde seu único propósito é vender. Agora você já sabe o porquê dos coelhinhos e ovos.
O mercado utiliza desse marco Histórico para aumentar suas vendas, é difícil vermos pessoas pensando no verdadeiro significado da Páscoa, em qualquer lugar que passamos observamos que o mito tomou conta, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. Mas porque a Páscoa perdeu seu verdadeiro significado?
Eostre ou Ostera é conhecida como deusa da fertilidade do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Quando chegava a primavera ovos e lebres eram pintados. Sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro olhando pelas entranhas de uma lebre morta, sacrifício oferecido a deusa. É claro que após algum tempo houve a substituição da lebre para o coelhinho, pois é mais aceitável e meigo.
Hoje conhecemos uma liturgia comercial, onde seu único propósito é vender. Agora você já sabe o porquê dos coelhinhos e ovos.